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Domingo, 17 de outubro de 2021
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TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO NO MERCADO IMOBILIÁRIO

Seguindo a tendência que vinha se consolidando desde o ano passado

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Seguindo a tendência que vinha se consolidando desde o ano passado, o mercado imobiliário em 2021 demonstra clara perspectiva de alta de negócios com novos lançamentos e aquecimento de vendas e entregas realizadas.

O mercado de imóveis sofreu muitas mudanças durante a pandemia, tento que se adequar a novas necessidades das famílias e novos hábitos que foram incorporados, como por exemplo o home office, que até então pouco era utilizado. Apartamentos com área multiuso que pode servir de escritório, passaram a ser mais valorizados pelos compradores. Imóveis usados foram reformados para adequar a nova rotina e necessidade. Por outro lado, as áreas de lazer externas dos novos empreendimentos, procuram hoje ser polivalentes e oferecer uma diversidade de serviços e lazer para o comprador moderno. É comum hoje encontrar dentro do projeto dos novos condomínios, espaço definido para lojas de delivery e snack food, além de vários outros tipos de serviços. O interesse por morar perto do trabalho, foi reduzido, para algumas faixas, assim como o apetite por unidades muito pequenas, já que agora é preciso acomodar o home office. Porém essa nova realidade não pertence a todos, sendo que em vários setores o trabalho presencial, não remoto, continua sendo essencial. Nesse contexto, morar próximo ao trabalho, faz toda diferença, mesmo que seja em um studio. A complexidade das diferentes necessidades, faz com que o mercado de imóveis seja sempre dinâmico buscando oferecer opções para todos os clientes. Setor que mais emprega no país, a construção civil, também procurou modernizar-se para atender as exigências de prazos e tecnologia que o novo comprador requer. O desafio dessa indústria é continuar crescendo e ao mesmo tempo equacionar o custo da obra, que durante a pandemia chegou a subir quase 50%, com a necessidade de lucratividade

O mercado neste ano está caracterizado por uma alta nos lançamentos na esteira de uma oferta de crédito maior, pelas instituições financeiras para as incorporadoras. Mais dinheiro, mais lançamentos.

O déficit habitacional no Brasil que só cresce, se aproximava dos 6 milhões de moradias em 2019, trazendo um descompasso frente ao número de unidades ofertadas e a necessidade do mercado, gerando o grande desafio de reduzir e reequilibrar esses números.

Não há uma faixa de renda preponderante nesse crescimento. Em que pese a nova necessidade do home office a demanda por novas moradias, cresce em maior ou menor escala, em todas as faixas de renda. A expectativa é de que o mercado imobiliário se mantenha comprador pelos próximos meses.

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